9 de out de 2011

Problemas estranhos da sexualidade


A sexualidade humana é deveras complexa e a prova disso são os inúmeros problemas que costuma acarretar. Como você verá abaixo, mesmo os menores incomodam suficientemente para inviabilizarem o relacionamento sexual e produzirem grande sofrimento psíquico, graças ao meio social que relaciona o sexo ao atingimento da felicidade suprema.

Inflação genital
Isto é tão embaraçoso, que se torna difícil de descrever. Trata-se de um distúrbio mental que induz os seus portadores a introduzirem torniquetes nos seus órgãos sexuais com o propósito de inflá-los, tanto no pênis, quanto nos testículos. A prática se inscreve no conjunto de práticas denominadas pelos gringos de “Body Modification”. O link abaixo reporta um caso horripilante de um alemão que prendeu anéis metálicos de rolamento no escroto e pênis, para chegar ao resultado, que se pode dizer minimamente, é um atentando à saúde.

Doutor será que estou ficando Gay?
Um problema intrigante pode acometer o homem de meia idade. Um belo dia ele nota que está sentindo uma certa ânsia de ser penetrado pela traseira. Obviamente, a sua cabeça vira de cabeça para baixo e ele começa a duvidar da sua masculinidade.
Ao invés de entrar em parafuso, este homem deveria consultar o urulogista, que provavelmente detectará hipertrofia prostática (aumento benigno da próstata), que pode provocar a compressão do canal retal e com isto despertar o desejo por estimulação do local.

Inversão sexual
Mulher que assume o papel ativo na relação, que protagoniza a penetração, exercita um dos aspectos do sexo extremo e sem limites. A pergunta que fica é: até onde é saudável a experimentação e quando a falta de freios se torna um fator causador de sofrimento psíquico? Aqui podemos observar quão tênues são os limites entre o gozo da liberdade plena e o distúrbio mental.

Rompimento vaginal
Por diversos fatores uma mulher pode ter a sua vagina rompida:
- sexo violento;
- uso de brinquedos (dildos) sem a devida lubrificação;
- membro do parceiro excessivamente grande;
- secura vaginal ocasionada por preliminares mal feitas;
- secura vaginal provocada pelo déficit de estrogênio que ocorre na menopausa, em mulheres que não se submetem à reposição hormonal.

Vulvodínia
Dor crônica que atinge a abertura da vagina: é uma condição que acomete cerca de 18% das mulheres, mas que raramente procuram tratamento. Apesar do desconforto provocado pela doença, a maioria das mulheres acredita que a dor seja normal, acrescentado ao medo de serem consideradas frígidas por sentirem muita dor durante as relações sexuais, acabam desdenhando a busca por ajuda.

Priapismo
Aparentemente, em todas as situações a ereção é uma benção, mas não é, pois em alguns casos um tempo anormalmente grande de ereção ocasiona fortes dores e pode causar a impotência definitiva em virtude do rompimento dos corpos cavernosos. Às vezes o priapismo pode ser provocado pela overdose de remédios levitadores.


Fratura de pênis
Pode acontecer durante a prática de sexo violento, quando o pênis escapa da vagina e bate vigorosamente contra uma superfície rígida, a exemplo do osso da pélvis feminina. A literatura relata casos de mulheres traídas ou prostitutas enfurecidas que quebram propositalmente os membros dos seus parceiros. O tratamento para este problema é somente cirúrgico.

Barulhos estranhos
Um dos fenômenos mais broxantes, principalmente entre parceiros que pouco se conhecem, é o chamado “flato vaginal”, ou seja, sons altissonantes de gases  emitidos pela vagina, bastante semelhantes aos estampidos retais. O fator causador está relacionando com os momentos em que entra ar na vagina, que dependem da troca de posição, velocidade dos movimentos e da intensidade da penetração.

Dispareunia
A ocorrência de fortes dores durante o intercurso sexual pode acometer mulheres e homens. Eventualmente, o exame clínico dos portadores dessa afecção não leva a qualquer achado de anormalidade genital. Nestes casos, a origem do transtorno deve ser pesquisada no plano psicológico, normalmente relacionada ao abuso sexual e estrupro.
Outras possíveis causas. falta de lubrificação, endometriose, espasmo muscular, cicatrizes e hipoestrogenismo (baixa produção de estrogênio). A dor pode acontecer antes, durante ou após a penetração. Há casos em que a mulher desenvolve pontos dolorosos na musculatura vaginal, chamados tender points, que à princípio se caracterizam por dores esporádicas, mas tendem com ao longo do tempo a tornarem-se cada vez mais persistentes.

Vaginismo
Você já ouviu falar de casais serem conduzidos ao hospital pelo fato de terem se “grudado” durante a relação sexual? Este é um dos aspectos bizarros do vaginismo, que é a contração involuntária e intensa dos músculos pélvicos
O vaginismo é uma contração intensa e involuntária da musculatura vaginal que impede a penetração por qualquer objeto, desde o pênis, dedo ou quaisquer outros, tais como absorvente interno, espéculo, seringa, etc. A contração pélvica muscular involuntária também pode se dar por medo e antecipação da sensação de dor.
O vaginismo pode ser classificado como primário ou secundário. O primário ocorre quando a mulher nunca teve uma penetração bem sucedida devido ao problema. No vaginismo secundário, ou adquirido, a mulher perde a capacidade de ser penetrada após um evento como trauma, ou cirurgia, ou abuso sexual, ou educação sexual repressora.

Flacidez vaginal ou vagina “esgaçada” ou “larga”
Em consequência de múltiplos processos de gravidez e dos efeitos da menopausa, algumas mulheres de meia idade costumam se queixar da sensação de vagina flácida ou larga, o que interfere no seu prazer sexual. A reposição hormonal é um dos tratamentos; em algumas situações a prática de exercícios específicos resolve o problema, enquanto em outras é recomendável a abordagem cirúrgica.

Doença de Peyronie
Todos sabem que os pênis são tortos, mas a partir de um determinado ângulo, a coisa passa da normalidade à patologia. O correto discernimento entre o normal e a doença somente pode ser efeituado por um urologista.

2 comentários:

  1. Algumas dessas informações são meias verdades. Homem sentir prazer no próprio ânus não tem relação com homossexualidade nem com doença, apenas faz parte da estrutura fisiológica como também das fantasias sexuais. Se o homem diz que não quer, que não gosta, certamente por influência machista, cultural, realmente não vai sentir nada. O interesse sexual começa na mente, e se ele não quer, está ignorando mais uma oportunidade de prazer;

    Inversão de papéis é uma fantasia. Não sei de onde vc tirou que é uma doença.
    Claro que se for sem limites a coisa muda.

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  2. O texto não estabelece relações científicas entre homossexualidade e prazer anal masculino, só aborda a percepção que homens heterossexuais tem quando começam a ter certos desejos insólitos para eles.
    A inversão deixa o terreno de fantasia eventual quando vira regra.

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