26 de mai de 2010

Será que estou sendo traído(a)? Descubra através dos rastros eletrônicos.

A pergunta mais recorrente desde que o relacionamento foi inventado é: será que estou sendo traído(a)?
Caso extra-conjugal é eletronicamente detectável?
No universo analógico do século XX, obter provas de traições era assunto difícil e sujeito a todo tipo de contratempos, pois normalmente envolvia seguir o suspeito no cotidiano e monitorar seus hábitos e costumes. Quase sempre, o suspeitante era obrigado(a) a recorrer aos serviços especializados de detetives, cujo resultado do trabalho se consubstanciava (ou não) na entrega do famoso envelope pardo contendo fotos em posições comprometedoras.

Hoje, foi-se o tempo em que os criminosos eram penosamente espreitados em becos e vielas, pois graças às suas pegadas eletrônicas, basta usar inteligência e tecnologia para rastreá-las e refazer o périplo dos ilícitos. O assunto não é diferente quando se trata de traição conjugal, pois basta que a parte desconfiada aplique o mesmo princípio de vigilância que a polícia emprega nos indícios de crime.


Direito à privacidade: tenho o direito de desconfiar?
Todo o casal, não importando qual é o seu tipo de união, sempre tem um dilema pela frente: até que ponto a existência eletrônica deve ser compartilhada – tais como senhas de Orkut, MSN, Blogs, FaceBook, Twitter? Até que ponto o casal está disposto a abrir mão do seu sigilo cibernético, telefônico e fiscal?

Nos casos de compartilhamento total, o problema começa a ocorrer quando há suspeitas de que o cônjuge possa ter uma vida secreta. É aí que entra o princípio da liberdade vigiada; tudo bem que toda a relação deve ser construída sob os pilares da confiança, porém a prática de alguma vigilância ostensiva, além de não representar um cheque mate na união, deveria ser encarada como o exercício saudável do confiar sem submergir no doce sono da ilusão.

Celular.
Você tem certeza de que ele(ela) usa apenas aquele equipamento? A descoberta de chips secretos tende a alimentar desconfianças. Caso o telefone oficial seja realmente aquele, não custa nada dar uma inspecionada ocasional no histórico das chamadas feitas e recebidas. A luz vermelha deve se acender quando são flagradas várias chamadas longas para os mesmos e desconhecidos números, já que onde há fumaça...

Lacunas de incomunicabilidade.
Nem só as ações perpetradas deixam rastro, mas as omissões e os silêncios também são sintomas de algo de podre no Reino da Dinamarca. Longos períodos de incomunicabilidade ao longo do dia, horas extras inexplicáveis, reuniões, viagens de última hora, são ingredientes certos para alimentar desconfianças.
O suspeito(a) de traição tenderá a tecer álibis para justificar as suas brechas, principalmente para não atender o celular, com as seguintes desculpas:
“o celular ficou sem bateria”;
“eu estava dirigindo”;
“eu estava numa reunião”;
“esqueci na gaveta do escritório”.

Email.
Rastrear os emails do cônjuge exige que você disponha da sua senha, mas mesmo assim resta a desconfiança dele que ele possa ter contas secretas, o que suscita a questão do direito à privacidade no seio do casal. Caso ele(ela) tenha aberto outra conta de email, você perceberá indícios de tal atividade mais cedo, ou mais tarde. A descoberta de identidades eletrônicas ocultas (nicknames) representa um balde de água fria e, talvez, a quebra definitiva do laço de confiança.

Atividade no computador.
Você pode dar eventualmente uma “fuçada” nos computadores dele(a) sem que isto represente uma declaração de quebra da relação de confiança? Mesmo que para o inocente seja aplicável a máxima “quem não deve, não teme”, certamente o melhor caminho seria a leitura explícita e consentida.

Participação nas redes sociais.
Não há traidor(a) que não deixe furos nas participações em chats de MSN, scraps de Orkut e Facebook, Tweets amorosos, etc. Portanto, se você quer realmente ter 100% de certeza da fidelidade, construa a sua confiança no dia a dia, monitorando eventualmente o histórico do seu amor nas Redes Sociais. Quem nada tem a esconder, não se intimidaria diante do interesse do seu ser amado por suas pegadas cibernéticas? Sinceramente, tal discussão que está muito longe do termo, pois envereda por escaninhos interna corporis, somente resolvível na subjetividade do casal e mesmo assim, precariamente.

Movimentação financeira.
Amores fortuitos, ou repentinos não costumam passar sem deixar estragos no balanço das receitas e despesas. Certamente um novo amor implica em despesas extras de restaurantes, táxis, roupas novas, shoppings, cinemas, etc. Ou seja, é impossível que o desenrolar de uma história de amor oculta não aplique fortes golpes no orçamento. Caso o casal tenha conta conjunta, isto é instantaneamente verificável. Caso haja contas estanques, o(a) suspeitante reconhecerá os indícios de falta de fôlego econômico do(a) suspeito(a) em honrar seus rotineiros compromissos domésticos.

Leia também:
» 6 razões para ligar o Desconfiômetro da Infidelidade Feminina.

PS: todos os pontos descritos acima podem e devem ser perfeitamente aplicáveis aos filhos, crianças e adolescentes que subitamente podem trair a confiança dos pais, para se tornarem presas frágeis nas garras de pedófilos e outros monstros atocaiados na rede mundial de computadores.

11 comentários:

  1. oiiii!!! adorei esse post agora ai mel dels sera que estou sendo traida ? uiaaaa kkkk
    bjss

    Paula Pereira( blog gordinhas assumidas)

    ResponderExcluir
  2. Paula, só resta saber quem tem mais cacife para esconder seus rastros, eles ou elas?

    ResponderExcluir
  3. É difícil não concordar com as situações descritas.

    Neste assunto não haja ilusões.

    As mudanças comportamentais põem em causa as certezas com que se tem vivido como se estivéssemos na expectativa de uma avalanche que, se pode prever, mas não se pode evitar. Mas qual pode ser a opção?
    Esta é, sem dúvida a mais difícil de todas as questões.
    A iminência da avalanche impõem-na de um modo claro.
    Instalada a desconfiança decorrem as crises na relação o que torna a situação vertiginosa.
    É preciso ser humilde, bom ouvinte e ter capacidade para perceber o que é importante para ela, o que a faz feliz e o que mais a incomoda, ao mesmo tempo.

    Acreditamos de um modo geral que se acaba por encontrar soluções.

    Será possível equacionar uma nova ideia?

    ResponderExcluir
  4. Quem já não passou por um dos casos aqui enumerados?

    Talvez alguns “afortunados”.

    Será que nunca sentiu “as antenas no ar “ quando por um acaso do destino lhe veio aparecer nas “mãos” algo que o fez desconfiar.
    Uma mensagem no celular com o nome de outra pessoa enviada a si?

    Uma mudança de conversa ao telefone quando você aparece?

    Troca de e-mails a altas horas da madrugada?
    Conversas demoradas no msn?

    Penso que já lhe aconteceu algo parecido.

    Que fazer numa situação destas?

    Cada um reage à sua maneira.
    Uns não dão muita importância ao facto e caminham em frente como se nada se passasse.
    Outros confrontam o parceiro com perguntas atrás de perguntas criando um desconforto
    na relação.
    Outros tornam-se detectives e espiam o celular, o computador na esperança de encontrar algo que prove a infidelidade do outro.

    Em qualquer das situações o suposto enganado, passa a padecer de um mal chamado ciúme. Ciúme que o cega que o faz sofrer, que lhe dilacera o coração.

    Quando existam apenas desconfianças o melhor será “arejar as ideias”para que a nossa vida não se torne num inferno, sem no entanto deixar de confiar no nosso sexto sentido.

    Assina:
    ROMY

    ResponderExcluir
  5. A tecnologia hoje... hun! visite meu blog :www.sonazueira.com

    ResponderExcluir
  6. Realmente hoje em dia existem muito métodos que podem utilizados para descobrir N coisas, inclusive se seu(sua) parceiro(a) está te traindo! Mas eu acho que quando você começa um relacionamento você tem que em 1º lugar ACREDITAR na pessoa e confiar nela, no que ela diz, e não ficar dependendo de meios tecnológicos pra ter essa segurança ! =)

    ResponderExcluir
  7. A fidelidade não é uma qualidade, é uma característica, por isso não é fiel quem quer, é fiel quem pode. E quem não pode faz o que pode para não ter remorsos e para não ser apanhado.
    Colocando as coisas de outra forma, de quantas verdades é feita uma mentira?
    Uma mentira deve ter uma boa dose de verdade para sobreviver à implacável lógica da realidade.
    Por esta ordem de ideias a infidelidade também não seria um defeito, apenas uma característica.
    Talvez fosse bom, mas infelizmente tal conceito revela-se impossível na prática.
    Amar é querer. O que é amor, se não vontade? E quando queremos muito alguém,queremos essa pessoa só para nós. Nós também precisamos de sentir que pertencemos a alguém, também precisamos de nos entregar quando amamos.
    Esta é a génese do amor: dar e dar-se, entregar e entregar-se. Quem não se quer dar ou não se consegue entregar, não ama verdadeiramente o outro. Pode ter por ele um afecto profundo, alta consideração e estima, mas nada disso é amor.
    O amor é outra coisa.
    É querer e querer, todos os dias a todas as horas aquela pessoa. Querê-la por perto e querer que ela seja feliz. E se a queremos por perto e para nós, como podemos aceitar que troque a nossa companhia por outra ou que empreste aquele corpo que nos pertence a outro, ainda que em momentos fugazes?
    Se todos forem infiéis, será que se equilibra a balança?
    Talvez não. Acredito que a infidelidade é uma armadilha; primeiro abraça-nos e depois estrangula-nos.
    Fica sempre no ar a pairar aquela nuvem de desconforto, ainda que camuflada de mentiras bem articuladas em um fundo de verdade.
    É como uma nódoa que só nós é que vemos. Mesmo que ninguém mais repare, está ali, mesmo debaixo dos nossos olhos e não conseguimos desviar os olhos dela.

    ResponderExcluir
  8. Aff... Nunca passei por isso graças a Deus! Senha é uma coisa pessoal e intransferível, que bobeira ficar "vigiando" o que o outro está fazendo!

    Situação: Namorada pede senha do orkut/email/conta no banco. Resposta: "Não!". Assunto resolvido.

    Se está desconfiando chega e conversa. Ficar bisbilhotando só atrapalha, principalmente pq pode achar coisas que não tem nada haver.

    ResponderExcluir
  9. Quem perde tempo bolando, pensando, tramando, suspeitando dessas coisas, nao deve nem se relacionar com alguem...vivam a vida, e se caso saiba de alguma coisa acaba e pronto...agora ficar caçando, eh mta falta do que fazer!

    ResponderExcluir
  10. Tava na desconfiança com uma garota que conhece a 2 meses se ela estava me traindo ou que tipo de pessoa realmente ela era, o que eu fiz? Instalei um Keylogger na minha maquina e como ela sempre usou meu computador não deu outra, fazia questão de deixar ela lá sozinha conversando com os AMIGOS sem minha presença.

    Achei tudo que eu queria, a vagabunda é uma mercenária que só quer saber de dinheiro e se gaba para as amigas pelos homens que tem, descobre senha de email, senha do orkut e tudo que eu queria além das conversas do msn.

    FDP ela irá me pagar caro por isso essa vadia, ainda não sei o que fazer, mas isso não vai ficar barato com essa puta, por enquanto continuarei arrebentando ela na cama, mas pensar em namorar essa fdp nunca!

    Pior q descobri que ela faz sacanagem com outras pessoas a muito tempo. É uma fdp, mercenaria mesmo só quer saber de dinheiro essa vadia.

    Descobri tudo ontem, e estou mto puto.
    Depois volto pra contar o que irei fazer ou o que eu fiz com essa vadia que tem cara de santinha, mas de santinha não tem nada. FALSA E MENTIROSA!

    Façam isso gente instalem um KEYLOGGER no seu computador e aprendam a usar o mesmo, ele tem virus mas é virus do bem pra te ajudar! abraços!

    ResponderExcluir
  11. TODO mundo trai homem e mulher pode ser virtual,pessoal,por telefone ou eté por pensamento.Não adinata todo mundo trai

    ResponderExcluir