Antigamente, a área do relacionamento humano era muito mais simples pois comportava poucas categorias: solteiro, namorado, amasiado, casado, separado, viúvo. Hoje a situação se complicou, já que o namoro adquiriu ares de casamento e este se tornou tão volátil quanto la Donna è mobile.
Assim, surgiram vários matizes complicadores no mundo das relações afetivas que interpuseram tantas nuances entre a condição de solterice absoluta e a amarração total, que namoro se converteu num mini casamento*.
1) Solteira:
2) Pegante:
3) Ficante:
4) Enrolante:
5) Namorante:
6) Encalhada:
7) Separado:
8) Casado:
* Depois que o código civil brasileiro contemplou a figura da União Estável, ninguém mais tem certeza sobre a sua real situação civil, já que onde rola casa, comida, cama e banho, a qualquer momento, quando as coisas dão errado, pode rolar também um processo de pensão alimentícia.
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8 comentários:
"seus PETS."
Anglicismo forçado.
Completamente de acordo. Apenas mais 1) Amizaded coloridas = relacionamento sem qualquer compromisso. Fora do contexto, aplaudo o blog é magnifico. Sou insuspeito na análise pois não sou brasileiro.
Belo post. Acrescentaria + 1 " Amizades coloridas = Relação sem compromissos.
Fora do contexto, é um excelente blog que sinto prazer em entrar. Sou insuspeito, pois não sou brasileiro, é a minha opinião, que vale o que vale.
Obrigado. Continuem, assim vale apena prosseguir
Obrigado pela visita!
OLha seu blog continua ótimo e o novo desing também... acabei de colocar um banner no meu blog! Um abraço!
Por quanto tempo uma amizade continua colorida? Não acredito nelas, pois uma das pessoas sempre acaba se envolvendo mais e sofre.
Ou é amizade - sem beijo na boca e sexo ou namoro com um comprometimento mútuo.
Sobre namoros:
O problema dos namoros é que muitos viram quase casamentos e aí pode haver descompasso entre os namorados sobre o nível de envolvimento mútuo, complexo. A imagem que ilustra este tipo de relacionamento dá uma ideia de sua antiguidade.
Hehe. Queria ver o resultado da primeira foto...
Boa!
Se bem entendi o Anónimo defende uma relação sem compromissos. A Gladis Frank pensa de outra forma, mais poética e com uma ponta de moralismo. Duas visões opostas, uma céptica e outra moral. Um encruzilhada.
A maioria das pessoas sensatas (digo eu( concorda que a moralidade dignifica a vida social.Os preceitos morais, embora não construídos pela razão devem ser defensáveis pela razão. Ou seja as regras que o próprio homem construiu, só que o homem é imperfeito. O
céptico será imoral por não seguir as regras? Penso que não. Este tema daria certamente um livro.
Quanto a mim, não sou taxativo, umas vezes me guio pela razão (subjectiva), outras, sigo o instinto natural do macho.
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