Podem ser encontradas na Internet várias reclamações contra modems que permitem acesso à Internet via ADSL. O problema para os usuários que não dominam o jargão tecnológico é que as dicas sobre modelos são contraditórias, uns elogiam muito um modelo, enquanto outros baixam o pau no mesmo modelo.
Experimente interrogar o Google com a seguinte pergunta “Qual é o melhor Modem ADSL?”. Os resultados são os mais desbaratados possíveis. Diante do caos reinante nos reviews sobre modems, os usuários se sentem perdidos e por isto, acabam comprando um Modem que não vai satisfazer plenamente as suas necessidades.
Quedas de conexão e erros de CRC.
Desde que entrei para o mundo da banda larga há quase dois anos, uso o Modem DLINK 500G geração IV e desde o começo da minha vivência com a “broadband” tenho experimentado alguns problemas recorrentes:
- a conexão cai repetidas vezes durante o dia;
- há muitos erros de CRC (erro de check de redundância cíclica) acusados no status do Modem.
Será que todos os Dlink não prestam, ou é problema de falta de padronização?
Alguns usuários de fóruns elogiam barbaramente os Modems Dlink, enquanto outros fogem dele como o diabo foge da cruz. Porém, a coisa não é tanto o mar e nem tanto a terra. Explico, tudo vai depender da peça que você adquirir e desconfio que a razão disto é a falta de padronização dos produtos 100% chineses.
O pesadelo chamado 1 mbps.
Recentemente aumentei a velocidade da minha conexão com a Brasil Telecom de 600 Kbps para 1 Mbps, quando o Dlink endoidou de vez. O número de erros aumentou barbaramente e a conexão não durava mais do que 5 minutos. Várias vezes, quando caia a conexão, apagavam os leds ADSL e da rede, o que me obrigava a desligar o modem e religar.
A primeira tentativa de solução foi trocar o firmware nativo por aquele que a página da Dlink disponibiliza. O novo firmware resolveu parcialmente o problema de queda da conexão, mas continuaram os erros de CRC, em menor número.
Testando um Dlink 500G geração II.
Para descartar problemas com a linha telefônica, resolvi testar um outro modelo do Dlink. O geração II funcionou perfeitamente por várias horas, sem nenhum erro de CRC e sem cair uma única vez a conexão.
Solução do problema.
Aparentemente a melhor solução seria eu ter ficado com o 500G geração II e ter posto na casa do meu sogro o meu geração IV bichado. Mas, além da bruta sacanagem, ele sairia prejudicado quando usasse a sua conexão para streaming de vídeo na comunicação via MSN.
Em nome da honestidade, resolvi comprar outro Modem e desta vez optei pelo modelo da Siemens, o SpeedStream 4100, que a loja encaminhou com um belo tutorial para configurar o roteador para a conexão com a Brasil Telecom. Feita a configuração do roteador, o 4100 está funcionando às mil maravilhas.
Aviso: o 4100 também é fabricado na China, mas espero que usem lá o padrão de qualidade alemã, país original da empresa.
O Dlink não presta?
Não posso afirmar isto, o que posso dizer é que especificamente a minha unidade 500G geração IV jamais funcionou satisfatoriamente. Já a peça do meu sogro, que é geração II, funciona perfeitamente sem erros e nunca cai a conexão. Infelizmente aposentei o meu 500G e preferi não comprar mais qualquer coisa da marca Dlink.
Tutorial para configurar o Siemens SpeedStream 4100/4200 como roteador.
Os dois modelos 4100 e 4200 são iguais, o que muda entre os dois é que o 4200 oferece também a interface USB para funcionar junto com um computador sem a função de roteador. Caso os usuários solicitem, posso publicar o tutorial de configuração do roteador para conexão com a Brasil Telecom do Rio Grande do Sul, que funciona e pode ser feito mesmo por usuários inexperientes.
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