O carro que peidava.
Para dizer pouco, foi um carro barulhento, poluidor, gastador de combustível, com pouco espaço, uma verdadeira traquitana que o Brasil importou porque a fábrica estava falindo na Europa.O Gordini que deveria ter se chamado Magrini.
Dizer que o Gordini era pequeno é eufemismo. Na realidade o seu nome deveria ter sido “Magrini”. Pequeno por fora e menor ainda por dentro, com seu motor de incríveis 31 cavalos, este carro foi um mini-patinete disfarçado.A usina siderúrgica Volta Redonda em miniatura.
Ele foi uma verdadeira usina siderúrgica, grande por fora e pequeno por dentro, com sistema elétrico de 6 volts, seus faróis iluminavam menos do que luz de velas! Ele foi um carro pesado, gastador, nada ergonômico, feio, fraco, uma verdadeira bomba que o Juscelino Kubitschek trouxe ao Brasil para inaugurar a era da dependência rodoviária e da dívida externa.O Zé do Caixão.
Na época em que a Volkswagem era uma espécie de Google dos automóveis, até ela se ferrou com o modelo apelidado pelo povo como Zé do Caixão. É claro que ninguém quis comprar um carro com esta fama, então ele encalhou e a VW tratou de tirar o caixão, ou melhor, o cavalo da chuva.Pequeno carro com grandes problemas – ensinou o motorista a casar com o dono da oficina.
Um carro que chegou a o Brasil revolucionando em termos de mecânica e design, mas também trouxe uma dor de cabeça: motoristas que não sabia o que era revisão preventiva tiveram que aprender na marra. Se o 147 não era levado na oficina a tempo, quebrava mesmo. Até hoje os Fiats arrastam a estigma de carros problemáticos por causa do 147. Será mesmo? Quando comprei uma pick-up Strada nova, virei compadre do dono da oficina... Sorte que uma concessionária Volkswagem aceitou a múmia num negócio.A sucata ambulante trazida do império soviético – a volta da múmia Fiat 147.
O nome diz tudo - quem comprou, ficou com a cara dela.
Quem compra um utilitário, espera faturar mais e gastar menos. A Besta da Kia Motors é outro veículo coreano que queimou o filme dos produtos orientais. Atualmente praticamente não existe nenhuma Van destas em pé, já que seus donos, quando se descobriram que se passaram por bestas, colocaram as suas no ferro-velho.O ovo que não era de Colombo, em pouco tempo de oficina em oficina, ia para o ferro-velho.
No início da década de 90, o Collor lançou o seu PDV (Plano de demissão voluntária), então os ex-funcionários públicos se atiraram em massa nesta maravilha coreana, que já vinha com um kit “cachorro quente”. Foi um dos lixos responsáveis pela má fama dos carros coreanos no Brasil até hoje.O resultado disto tudo reunido.
O site VRUM selecionou as partes dos piores carros brasileiros e “fabricou” um carro imaginário: O pior carro do Brasil montado a partir da peças dos piores carros brasileiros. Este carro-pesadelo teve a honra de receber peças de alguns dos carros aqui listados.








82 comentários: